Volta em miúdos

04/03/2010

#Escrevi posts em papel e joguei fora. Auto-crítica estava on, mas agora está off.

#Emagreça 3 kg sem dieta durante um mês em Salvador-BA. Pergunte-me como.

#Passar o período do carnaval em Salvador foi um tédio. Mas as festas juninas serão lindas.

# Minhas gatas estão no Nadaver, numa série criada pelo Victor Mazzei! 🙂

Livro 1: “Felicidade” de Eduardo Gianetti [filosofia]

Livro 2: “Lugar de médico é na cozinha” de Alberto Peribanez. [alimentação vegetariana].  Lara c/ alho-poró.

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A servidão e o GPS

09/03/2009

retorno

Na primeira vez em que usei um GPS no automóvel, não vi a menor graça. Apenas constatei que me levava a caminhos corretos em Niterói-RJ.
Depois o testei em duas cidades do ES: em Anchieta, ele não reconhecia a contramão na rodovia do Sol! Em Vitória, ele indicava radar em todo semáforo ao longo da Beira Mar(o que não é real, não há tudo isso). Definitivamente, um GPS no ES não é tão útil. Melhor desligar.

No começo deste mês saí do Rio de Janeiro – de carro – e fui para Santa Catarina. Em São Paulo-SP, não tive problemas com o aparelho, mas, na dúvida, segui as placas. Há desvios e novidades nas ruas que não são captados. Além disso, também conheço o trânsito da cidade: se perder uma “entrada”, é preciso rodar mais uns km para pegar um retorno digno.
Em Curitiba-PR, a experiência foi muito tranquila. Por onde andei, a cidade é organizada e bem sinalizada. O GPS valeu, porque me enrolei um pouco com o mapa impresso do centro. 😉 O calor era demais e a paciência de menos.

Foi em Florianópolis-SC que pude aproveitar a real utilidade do sistema. Um labirinto de ruazinhas (servidões) no bairro do Campeche me levou a agradecer o uso do aparelho. Um trocadilho muito sem-vergonha seria: a servidão me revelou a serventia do GPS.
Para todas as experiências,  vale o dito sobre São Paulo. Na dúvida, sigo as placas e a “intuição”. Pelo que percebi, o GPS sugere o caminho mais curto, mas nem sempre o melhor. Não consigo confiar completamente meu destino à tecnologia.


Simples, simples

03/02/2009

05

Voltei para Niterói-RJ, depois de um mês em Santarém-PA. Por lá, observei uma situação social, política e ambiental complexa para se comentar com brevidade.  Consegui ver melhor algumas coisas ligadas à família  e a relações humanas. Compartilhei “leituras sobre o mundo” com pessoas bacanas. Pude me sentir “mais amazônida”, pelo lado que as fotos turísticas não mostram. E me diverti bastante com meu irmão de 16 anos.  Foi um dos melhores “janeiro” naquelas terras. =) … apesar da internet lenta…


tchau, 2008!

26/12/2008

button_reset1

Já estou quase pronta para dar um reset no ano.

Ainda preciso terminar de arrumar a mala e os arquivos para passar o mês de janeiro em Santarém-PA, minha cidade-natal, onde vive minha família.  Dessa vez, vou a passeio e a trabalho também. É certo que não terei como fugir de ouvir o bregapop (coisas da vida…rs)… Continuarei atualizando o blog semanalmente.

Centro da cidade de Santarém-pa

Vista do centro da cidade de Santarém-PA e a imensidão do rio Tapajós.

(não sei quem é o autor da foto)


…férias!

16/07/2008

…saindo de Vitória para este lugar aqui:

(Boa Viagem a partir do MAC – bela foto de Sílvia Montico)


olá, segunda-feira blue!

23/06/2008

Sonhei que conhecia Kilgore Trout, personagem alter ego do escritor Kurt Vonnegut! Apenas isso já é motivo de risos. Kilgore era bem louco, não sei se o suportaria ao vivo.rs. Por causa do sonho, e porque gosto do modo de escrever de Vonnegut, transcrevo uma boa reflexão de Trout, em Café-da-manhã dos campeões,  sobre o motivo que leva os humanos a não rejeitarem idéias ruins.

“As idéias na Terra eram sinais de amizade ou inimizade. O conteúdo delas não tinha importância. Amigos concordavam com amigos, com o objetivo de expressar amizade. Inimigos discordavam de inimigos com objetivo de expressar inimizade.
“Por milhares de centenas de anos, as idéias dos terráqueos não tiveram importância, uma vez que eles não podiam mesmo fazer muita coisa a respeito delas. As idéias podiam ser tanto sinais quanto qualquer outra coisa.
“Eles tinham até mesmo um ditado sobre a futilidade das idéias: ‘ se sonhos fossem cavalos, os mendigos seriam todos cavaleiros’.”

Para quem não conhece o texto, explico: Não é um livro de auto-ajuda. Muito pelo contrário. O autor escreveu como se explicasse para  ETS sobre o funcionamento da Terra e seus problemas sociais, ambientais, políticos etc. E os desenhos explicativos e toscos são risadas à parte. A trama é bem divertida, irônica, alucinada e real.