Voto nulo? branco? jamais?

23/10/2008

Para o cidadão que mora em cidade com segundo turno, insatisfeito com os candidatos que restaram, mas  não sustenta anular ou votar em branco, achei uma dica sensacional para guiá-lo nesse momento doloroso.

“Se você fizer parte de uma sociedade que vota, então vote. Pode não haver nenhum candidato e nenhuma medida a favor dos quais você queira votar… mas é certo haver ambos contra os quais você queira votar. Em caso de dúvida, vote contra. Por essas regras, poucas vezes você errará.

“Se isso for irracional para o seu gosto, consulte algum tolo bem intencionado (sempre há um por perto) e peça conselho a ele. Depois vote no sentido contrário. Isto lhe permitirá ser um bom cidadão (se for esse o seu desejo) sem despender a enorme quantidade de tempo que o exercício da cidadania verdadeiramente inteligente exige.”   (notas de Lazarus Long, em Amor sem limites, de Robert Heinlein)

Jamais votei em branco, mas já anulei. Das próximas vezes que estiver entre a cruz e a espada, vou votar “contra”, conforme o sábio Lazarus.

PS. Este post é uma homenagem ao meu amigo Juca, que está numa sinuca de bico, em Belém, onde os candidatos que sobraram têm uma lista enorme de coisas contra.

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