A servidão e o GPS

09/03/2009

retorno

Na primeira vez em que usei um GPS no automóvel, não vi a menor graça. Apenas constatei que me levava a caminhos corretos em Niterói-RJ.
Depois o testei em duas cidades do ES: em Anchieta, ele não reconhecia a contramão na rodovia do Sol! Em Vitória, ele indicava radar em todo semáforo ao longo da Beira Mar(o que não é real, não há tudo isso). Definitivamente, um GPS no ES não é tão útil. Melhor desligar.

No começo deste mês saí do Rio de Janeiro – de carro – e fui para Santa Catarina. Em São Paulo-SP, não tive problemas com o aparelho, mas, na dúvida, segui as placas. Há desvios e novidades nas ruas que não são captados. Além disso, também conheço o trânsito da cidade: se perder uma “entrada”, é preciso rodar mais uns km para pegar um retorno digno.
Em Curitiba-PR, a experiência foi muito tranquila. Por onde andei, a cidade é organizada e bem sinalizada. O GPS valeu, porque me enrolei um pouco com o mapa impresso do centro. 😉 O calor era demais e a paciência de menos.

Foi em Florianópolis-SC que pude aproveitar a real utilidade do sistema. Um labirinto de ruazinhas (servidões) no bairro do Campeche me levou a agradecer o uso do aparelho. Um trocadilho muito sem-vergonha seria: a servidão me revelou a serventia do GPS.
Para todas as experiências,  vale o dito sobre São Paulo. Na dúvida, sigo as placas e a “intuição”. Pelo que percebi, o GPS sugere o caminho mais curto, mas nem sempre o melhor. Não consigo confiar completamente meu destino à tecnologia.

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Simples, simples

03/02/2009

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Voltei para Niterói-RJ, depois de um mês em Santarém-PA. Por lá, observei uma situação social, política e ambiental complexa para se comentar com brevidade.  Consegui ver melhor algumas coisas ligadas à família  e a relações humanas. Compartilhei “leituras sobre o mundo” com pessoas bacanas. Pude me sentir “mais amazônida”, pelo lado que as fotos turísticas não mostram. E me diverti bastante com meu irmão de 16 anos.  Foi um dos melhores “janeiro” naquelas terras. =) … apesar da internet lenta…


tchau, 2008!

26/12/2008

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Já estou quase pronta para dar um reset no ano.

Ainda preciso terminar de arrumar a mala e os arquivos para passar o mês de janeiro em Santarém-PA, minha cidade-natal, onde vive minha família.  Dessa vez, vou a passeio e a trabalho também. É certo que não terei como fugir de ouvir o bregapop (coisas da vida…rs)… Continuarei atualizando o blog semanalmente.

Centro da cidade de Santarém-pa

Vista do centro da cidade de Santarém-PA e a imensidão do rio Tapajós.

(não sei quem é o autor da foto)


Sobre tudo, sobre todos…

08/09/2008

Meu amigo Marco criou um blog onde deixa correr sua veia literária, que nos últimos anos esteve escondida sob a rotina nas salas de aulas capixabas. Agora, a respirar ares catarinenses, nos oferece textos ricos em detalhes, memória e ficção.

“[…] A enxurrada trazia a areia, a rua ficava lisa, asfáltica feito o litoral que se alonga do extremo sul. A nau encalhada era um regozijo. Os pequenos piratas dançavam a conquista no sibilo dos ventos que açoitavam os pinheirais. Pilhávamos, dávamos velas aos mastros, ganhávamos um mundo que sequer imaginávamos. Quando as águas baixavam errávamos pelo bairro para avaliar os destroços, procurar pequenos tesouros perdidos, quinquilharias que o mar trouxera e deixara para trás no recuo. Mulheres e homens gritavam de suas varandas enlameadas para que voltássemos para nossas casas, que evitássemos as bocas de lobo abertas.[…]” (excerto de “Por Cora e Nina”)

Se você curtiu, clica aí no Blog do Rost.


Susto no supermercado

18/08/2008

Fiquei chocada ao ver o camapu (foto) na prateleira de frutas exóticas em um supermercado de Vitória-ES. E daí? Acontece que isso era mato, quando o conheci em Santarém-PA há mais de 20 anos! E, no supermercado, o status da frutinha é o oposto. Chama-se Physalis (nome científico) e é vendido a 100 reais o kilo.  Googleei e descobri que é bem usado em pratos finos e na pesquisa de antinflamatórios. Jamais imaginei!

Eu supervalorizei esse reencontro, porque entrei numas viagens “filosóficas” depois dele – como “um universo numa casca de noz”! Fiz várias relações com temas diferentes, mas deixo para outros posts.

E sobre o camapu, em si, não sinto nada de especial no sabor. Eu prefiro o cupuaçu.


…férias!

16/07/2008

…saindo de Vitória para este lugar aqui:

(Boa Viagem a partir do MAC – bela foto de Sílvia Montico)