A servidão e o GPS

retorno

Na primeira vez em que usei um GPS no automóvel, não vi a menor graça. Apenas constatei que me levava a caminhos corretos em Niterói-RJ.
Depois o testei em duas cidades do ES: em Anchieta, ele não reconhecia a contramão na rodovia do Sol! Em Vitória, ele indicava radar em todo semáforo ao longo da Beira Mar(o que não é real, não há tudo isso). Definitivamente, um GPS no ES não é tão útil. Melhor desligar.

No começo deste mês saí do Rio de Janeiro – de carro – e fui para Santa Catarina. Em São Paulo-SP, não tive problemas com o aparelho, mas, na dúvida, segui as placas. Há desvios e novidades nas ruas que não são captados. Além disso, também conheço o trânsito da cidade: se perder uma “entrada”, é preciso rodar mais uns km para pegar um retorno digno.
Em Curitiba-PR, a experiência foi muito tranquila. Por onde andei, a cidade é organizada e bem sinalizada. O GPS valeu, porque me enrolei um pouco com o mapa impresso do centro.😉 O calor era demais e a paciência de menos.

Foi em Florianópolis-SC que pude aproveitar a real utilidade do sistema. Um labirinto de ruazinhas (servidões) no bairro do Campeche me levou a agradecer o uso do aparelho. Um trocadilho muito sem-vergonha seria: a servidão me revelou a serventia do GPS.
Para todas as experiências,  vale o dito sobre São Paulo. Na dúvida, sigo as placas e a “intuição”. Pelo que percebi, o GPS sugere o caminho mais curto, mas nem sempre o melhor. Não consigo confiar completamente meu destino à tecnologia.

4 respostas para A servidão e o GPS

  1. Hermes disse:

    O mercado determina a melhoria do investimentos.

  2. Cássia disse:

    Em Sampa eu uso o maps para saber o menor percurso.
    Aqui no ES de fato, o GPS não mostra as nuances do trânsito.
    Mas, é bom ter cuidado com os semáforos das rodovias, como por exemplo, em Jacaraípe, por onde passa a Rodovia do Sol, a ES010. Tem pardais à espreita dos desavisados!
    Eu curto tanto conhecer os locais, sem precisar viajar de carro, usando transportes coletivos!😉

  3. Jana disse:

    No Campeche, até o GPS um dia se perde… Ou se perdia, já que o asfalto está chegando à rua Pau de canela. É o fim do mundo. Hahahaha.

  4. Marco disse:

    Bobagem esse negócio de GPS. Era só ter ligado que eu explicava o caminho. De mais a mais, nem sempre o trajeto mais fácil e reto é o melhor a ser seguido. Pra mim esse negócio aí só faz é roubar a possibilidade de ruas tortas e tudo mais que com elas possam pintar.

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