O dilema do e-mail de trabalho

30/09/2008

Acredito que boa parte das pessoas – que podem-  usam e-mail para troca de informações no/sobre trabalho. Eu sempre achei mais fácil, barato e rápido. Mas tive colegas que jamais enviavam respostas de mensagens, porque não recebiam apenas as mensagens de solicitação de dados, uns diziam que o vírus que contaminou o pc, outros que o filho apagou toda a caixa de mensagens sem querer… essas coisas descabidas. No entanto, mal sabia eu, que o perigo estava mesmo nas respostas online…rs. Sem querer ofender os amigos, claro. Estou falando disso, por causa da pesquisa científica que revelou que, em grupos de trabalho, as pessoas mentem mais na mensagem por e-mail do que no papel. Então é melhor ter respostas ou não ter? que dilema..

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Chico Bacon e o LHC

15/09/2008

Chico Bacon é um dos personagens mais malucos do Caco Galhardo. Já apareceu outras vezes por aqui. A mais recente tirinha dele na minha coleção menciona LHC e pesquisa científica (com utilidade imediata para a humanidade…rs).

LHC

(FSP - 12/09/08)


A porcaria da ignorância

09/09/2008

O presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação), Edmund Klotz, deu uma entrevista para a Folha de SPaulo, publicada ontem, onde teve a capacidade de dizer uma boa besteira para defender a indústria de alimentos pressionada para diminuir a gordura trans dos produtos.

A gente sabe que o que deixa os produtos mais saborosos (e econômicos para a indústria) é exatamente a gordura.  Reduzi-la significa também investir mais para deixar os alimentos atraentes com outros ingredientes. Eis a bronca. Minha avó Elza diz sempre que “fulano se faz de besta pra não guardar recado”. Os capitalistas se fazem de ignorantes para entupirem a gente de porcaria.

“FOLHA – Os médicos e os cientistas asseguram que  [a gordura trans] é prejudicial.
KLOTZA ciência pega um monte de rato e enche de margarina, o bicho morre entupido e conclui-se que a gordura trans faz mal. Pode até fazer mal, eu não sei. Mas a gordura trans animal faz parte, nosso organismo está acostumado a metabolizá-la. Nós [a indústria de alimentos] também somos população, comemos os alimentos. Ninguém está querendo envenenar ninguém. ”

A matéria inteira está disponível para assinantes do UOL aqui.


Sobre tudo, sobre todos…

08/09/2008

Meu amigo Marco criou um blog onde deixa correr sua veia literária, que nos últimos anos esteve escondida sob a rotina nas salas de aulas capixabas. Agora, a respirar ares catarinenses, nos oferece textos ricos em detalhes, memória e ficção.

“[…] A enxurrada trazia a areia, a rua ficava lisa, asfáltica feito o litoral que se alonga do extremo sul. A nau encalhada era um regozijo. Os pequenos piratas dançavam a conquista no sibilo dos ventos que açoitavam os pinheirais. Pilhávamos, dávamos velas aos mastros, ganhávamos um mundo que sequer imaginávamos. Quando as águas baixavam errávamos pelo bairro para avaliar os destroços, procurar pequenos tesouros perdidos, quinquilharias que o mar trouxera e deixara para trás no recuo. Mulheres e homens gritavam de suas varandas enlameadas para que voltássemos para nossas casas, que evitássemos as bocas de lobo abertas.[…]” (excerto de “Por Cora e Nina”)

Se você curtiu, clica aí no Blog do Rost.


Produção de conteúdo segmentado

05/09/2008

Uma tirinha boa do Fernando Gonsales


O telefone celular morreu

04/09/2008

.:Um título catastrófico para indicar uma leitura? É uma homenagem ao jornalismo diário:.

Quem fala dessa morte é o pesquisador italiano Federico Casalegno (do Instituto de Tecnologia do Massachusetts) em uma entrevista curta publicada no Circuito Integrado sobre uso  dos celulares. Não é nenhuma novidade, mas confirma o que a gente comenta, faz e observa todos os dias.

FOLHA – Qual é o futuro dos telefones celulares?
CASALEGNO – Vou dizer algo provocativo, mas tenho certeza de que você vai entender: o telefone celular está morto. O celular, como nós o conhecíamos, não existe mais. Celulares são pré-históricos. Eles eram algo que se usava para fazer chamadas telefônicas, mas, atualmente, até os modelos básicos têm câmera, por exemplo. E, nos mais avançados, você pode navegar na internet, usar mensageiros instantâneos, brincar com jogos, criar vídeos. Então, basicamente, eles são máquinas computacionais portáteis. Com acesso a Wi-Fi, um navegador de capacidade completa… Eu acho que a tecnologia touchscreen é muito poderosa por ser intuitiva e amigável. Não posso prever o futuro, mas a tendência é que os celulares se comuniquem mais e mais com objetos. Há o Bluetooth, comunicação por campo de proximidade e celulares com radiotransmissores cada vez mais baratos, que permitem a você se comunicar em qualquer lugar. E, finalmente, você tem o GPS, a localização no ambiente urbano. A grande diferença entre essas máquinas computacionais e os computadores é que os últimos são basicamente feitos para calcular, para computar. Os celulares, que têm computação portátil, são objetos para se comunicar não só com amigos, mas com serviços, com a cidade, com o ambiente urbano, e assim por diante.

Para ler o resto da entrevista, clica aí: Celulares