O que me leva a ler um jornal impresso?

27/03/2008

Depois que li este post de Ryan Sholin, pensei rapidamente que motivos eu teria para ler um jornal impresso. E daí que percebi que são poucos:

1) Quando viajo para um lugar novo e quero conhecer o “material jornalístico” do lugar;
2) Quando estou em avião e ônibus e me oferecem um exemplar-cortesia;
3) Quando preciso usar algo na sala de aula, que só tem no jornal impresso;
4) Quando estou em uma cidade no interior com dificuldade de acesso à internet e televisão;
5) Quando o jornal local publica um caderno especial com algum assunto que me interessa;
e
6) Quando meus colegas de trabalho fazem “sessão risada” das fotos das colunas sociais (mas isso não é leitura… claro).

É verdade, quase não leio mais jornal diário em papel. Havia uma época que eu precisava ver ao menos a capa todos os dias. Mas nem percebi quando deixei de fazer isso. Nem senti falta.


tecnologia da contemplação fúnebre

25/03/2008

Toda vez que eu vejo uma notícia de invenções que escaneiam a vida das pessoas lembro do filme (ruim) “Violação de privacidade”. Nestes dias, li que uma empresa japonesa criou uma espécie de santuário digital de mortos. Bom, parece que já tinham criado uma coisa com este objetivo na Holanda. Mas o projeto japonês é mais hi-tech. Se compreendi bem, trata-se de um túmulo com código de barras, que linka celulares (possuidores de uma senha) a uma página com um documentário sobre a vida do sujeito morto. Incrível a criatividade, mas i$to é muita quinquilharia. A lembrança dos mortos é natural, normal, mas a contemplação é desnecessária, não gosto mesmo.

Alimentação de paranóias de quem ama profiles de gente morta, roubos e tráficos de senhas, edições de informações encomendadas “ao gosto do freguês”, além dos parentes fofoqueiros etc. Pois é, já visualizei um roteiro de filme trash.

Por isso,  já contratei um “apagador de profiles”, se…  😉


Quero conversar com o meu computador

24/03/2008

Sim… especialmente porque passei o fim de semana – ainda estou – com o braço direito doendo. E tenho mil coisas pra digitar e clicar. Daí nos poucos clicks, achei isso publicado hoje.

“Era uma vontade esmagadora. Eu raramente vi tanta uniformidade quanto em pesquisas de opinião em que a gente perguntava qual é a tecnologia que você mais quer ver aparecer. Era sempre o reconhecimento da voz pelo computador. “Eu quero conversar com o meu computador, não quero ter que teclar, porque eu converso com outras pessoas”, diziam. É uma das ambições mais antigas.” fala o pesquisador-futurólogo da IBM, Jean Paul Jacob, em entrevista para a Folha Online.

Por enquanto, só teclando mesmo… e usando um creme para amenizar a dor no braço.


Tunda!

14/03/2008

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Caco Galhardo– p/ FSP. (clica na figura para ver melhor)


Indicadores na Comciência

12/03/2008

A Revista Comciência traz neste mês um especial sobre Indicadores (sociais, econômicos etc). Há artigos sobre como são criados os indicadores, qual sua utilidade, um pouco de história e representação deste números usados para descrever a sociedade. É uma boa leitura para qualquer pessoa que precisa destrinchar e entender um pouco sobre bancos de dados.

Os indicadores “[…]Podem ser a base de estudos acadêmicos, que tentam entender a sociedade e explicar as relações sociais. Podem ser o fundamento para a construção de políticas públicas, permitindo diagnosticar necessidades de intervenção ou avaliar seus resultados. E também podem contribuir na avaliação e mesmo no direcionamento do comportamento das lideranças políticas, quando servem de demonstração do nível de satisfação ou insatisfação da população com os rumos tomados por uma administração.” (Rodrigo Stumpf Gonzalez – “De onde vem os números da realidade social”)


Breves verdades sobre a rede

09/03/2008

Daniel Bergamasco, da Folha online, entrevistou Chris Dewolfe, um dos criadores do Myspace.com Ele fez previsões para o futuro da internet e falou algumas coisinhas sobre a instalação da empresa no Brasil. Recortei duas perguntas-respostas:

Duas greves paralisaram recentemente Hollywood e Broadway, enquanto a internet colocava no ar produtos de entretenimento de sucesso feitos por amadores. A internet vai acabar com as empresas de entretenimento?

DEWOLFE – A mudança que aconteceu no mercado de música está acontecendo agora na área de vídeo. Você vê novos videomakers surgindo, produzindo porções de conteúdo sem muito custo e tendo também sua base de fãs. Pode ser um caminho para testar um show de televisão e cinema. É tão caro criar um piloto hoje em dia, mas é barato criar cinco episódios de três minutos de um novo show para internet e ver se as pessoas gostam. Hoje, apenas 10% dos pilotos acabam rendendo algo que vai ao ar. E você vê a mudança que aconteceu agora com as eleições [primárias, para presidente dos EUA]. Todos os candidatos têm um perfil no MySpace. [meu comentário: é óbvio que a indústria do entretenimento não vai acabar, mas adaptar-se a novos conceitos de produção.]

FOLHA – O que é preciso para trabalhar no MySpace?

DEWOLFE – Nós só contratamos gente que é grande usuária do MySpace e apaixonada pelo produto. Quem não está no MySpace não conseguiria entender direito a dor de um recurso não funcionando direito, por exemplo… [É isso aí! O que digo sempre para algumas pessoas que “são fascinadas” por um assunto específico (cinema, moda, política etc.) é: não adianta querer trabalhar com qualquer tipo de informação, se vc não é usuário assíduo dela. Mas não é bom só consumir, mas sim olhar com cuidado de examinador-aprendiz.]

Clica aqui pra ler a entrevista completa.


Te dou um beliscão

06/03/2008

Tá na cara que o o Luiz Azenha copiou a idéia do cabeçalho do Karapanã para o site dele.(rs) Clica aqui pra ver.