Muita gente reclama que tem péssima memória. E nem sempre é verdade. Muitos dos que conheço lembram de coisas da infância com detalhes, mas esquecem de algumas bem mais recentes. Eu reclamo do excesso de lembranças, que, às vezes, se misturam e já não sei mais onde li, ouvi ou vi coisas.
A matéria de capa da revista Mente & Cérebro, edição de abril, reforça o pensamento do Dr. Ivan Izquierdo, que diz sempre que “mais importante do que lembrar é esquecer”. No texto “Esquecer para lembrar”, vários pesquisadores confirmam que precisamos esquecer de algumas coisas para lembrar de outras mais importantes. E, quando nos esquecemos de algo útil, o sistema está funcionando bem demais! Segundo os cientistas, as pessoas têm potencial de memória diferentes não porque teriam nascido com algo especial, mas porque desenvolveram aptidões diversas.
A matéria traz ainda uma lista de dicas “para não esquecer”: preste atenção no que faz, seja organizado, emocione-se (coisas ligadas a alguma forma de apelo emocional são mais lembradas), revise (algo como repetir o nome de alguém por 30 s após conhecê-lo).
E recorto um conselho de Jéssica Marshall (autora da matéria) para encarar os esquecimentos com bom humor:
“[...]da próxima vez que você amaldiçoar a memória ao esquecer um nome, um compromisso ou o número do seu próprio telefone, lembre-se simplesmente de que seu cérebro está lhe fazendo um favor”.
Abril 28, 2008 às 9:14 pm |
Quem é você?
O que eu estou fazendo nesse blog?
Ok essa foi podre auahuahuau
abraços
Abril 28, 2008 às 11:07 pm |
Estou no celular, mas depois leio no pc.
tem coisas da minha infância que lembro com detalhes até os cheiros. Mas esqueço de coisas recentes.
bjs Alé
Maio 2, 2008 às 10:58 am |
Delícia de post. Devo estar com bastante espaço no HD.
Bjs
Maio 3, 2008 às 5:32 pm |
não concordo com a matéria até porque…porque…porque… sei lá, esqueci o que ia escrever…
Maio 5, 2008 às 11:37 pm |
que bacana pareceu a matéria!
vou procurar ler
Maio 7, 2008 às 12:13 am |
Sim…esquecer é o caminho. Procuro fazer palavras cruzadas dos jornais, qdo tem ajuda no rodape, dá pra terminar sem isso nada feito.
Gosto de rever filmes (ex.matrix os três), e até reler textos de livros (introduçao ao pensar, de Arcângelo Buzzi). Éque esqueço mais tenho boas lembranças das imagens ou textos é como se fosse um belo dia 04/05/08 (a passeata, que aqui foi liberada).
(A sociedade moderna, no pesadelo do esquecido, isto é, do que se esquiva à racionalidade do projeto, acelera a utilidade da máquina na produçao de bens e a utilidade da propaganda que aciona a produçao pela necessidade da consumação…Não há mais futuro, nao ha mais liberdade. O que pode haver é simplesmente mais objetos e mais sujeitos que os produzam e os consumam. Viver apenas nesse limite quantitativo é o grande pesadelo da modernidade). Do livro citado acima, é mole!
Maio 8, 2008 às 4:09 pm |
Por isso os pesquisadores publicaram o trabalho?
não. tem muitas outras coisas que não seriam interessantes colocar aqui.
Junho 4, 2008 às 2:40 am |
Ah, então quer dizer que eu tenho um cérebro super gentil, é isso?? Puxa, por quê ninguém explicou isso antes? (vai ver esqueceram, né?)